terça-feira, outubro 31, 2006

U2 - Numb



Don't move
Don't talk out of time
Don't think
Don't worry
Everything's just fine
Just fine

Don't grab
Don't clutch
Don't hope for too much
Don't breathe
Don't achieve
Or grieve without leave

Don't check
Just balance on the fence
Don't answer
Don't ask
Don't try and make sense

Don't whisper
Don't talk
Don't run if you can walk
Don't cheat, compete
Don't miss the one beat

Don't travel by train
Don't eat
Don't spill
Don't piss in the drain
Don't make a will

Don't fill out any forms
Don't compensate
Don't cower
Don't crawl
Don't come around late
Don't hover at the gate

Don't take it on board
Don't fall on your sword
Just play another chord
If you feel you're getting bored
I feel numb
I feel numb
Too much is not enough
I feel numb
Don't change your brand Gimme what you got
Don't listen to the band
Don't gape Gimme what I don't get
Don't ape
Don't change your shape Gimme some more
Have another grape
Too much is not enough
I feel numb
I feel numb
Gimme some more
A piece of me, baby
I feel numb
Don't plead
Don't bridle
Don't shackle
Don't grind Gimme some more
Don't curve
Don't swerve I feel numb
Lie, die, serve Gimme some more
Don't theorize, realise, polarise I feel numb
Chance, dance,dismiss, apologise Gimme what you got
Gimme what I don't get
Gimme what you got
Too much is not enough
Don't spy I feel numb
Don't lie
Don't try
Imply
Detain
Explain
Start again I feel numb
I feel numb
Don't triumph
Don't coax
Don't cling
Don't hoax
Don't freak
Peak
Don't leak
Don't speak I feel numb
I feel numb
Don't project
Don't connect
Protect
Don't expect
Suggest
I feel numb
Don't project
Don't connect
Protect
Don't expect
Suggest
I feel numb
Don't struggle
Don't jerk
Don't collar
Don't work
Don't wish
Don't fish
Don't teach
Don't reach
I feel numb
Don't borrow Too much is not enough
Don't break I feel numb
Don't fence
Don't steal
Don't pass
Don't press
Don't try
Don't feel
Gimme some more
Don't touch I feel numb
Don't dive
Don't suffer
Don't rhyme
Don't fantasize
Don't rise
Don't lie
I feel numb
Don't project
Don't connect
Protect I feel numb
Don't expect
Suggest

Don't project
Don't connect
Protect I feel numb
Don't expect
Suggest

I feel numb

domingo, outubro 29, 2006

TEMPO DE ADIVINHAS (para descomprimir...)

Há quem dê uma por dia,
Há quem dê duas ou três.
Há quem dê uma por semana,
Há quem dê uma por mês,
E há até quem não dê.
Para complicar a questão,
Aqui fica o berbicacho:
Quem dá fica por cima,
Quem recebe fica por baixo.
O que é?

(ver mais abaixo...)































A ESMOLA, mentes depravadas!...


Vamos lá a
outra adivinha:




Pode ser curto ou comprido,
Pode ser grosso ou delgado.
Quase sempre anda escondido
Quando não é procurado.
Uma vizinha que eu tenho,
Espanhola forte e bela,
Pede-me às vezes com empenho
Que encoste o meu ao dela.
Em face de tudo isto,
Adivinhem lá só,
Aquilo a que me refiro.
Tem "C", "R" e acaba em "O".



(ver mais abaixo...)













































O CIGARRO, criaturas,
C-I-G-A-R-R-O!...

quarta-feira, outubro 25, 2006

Aliviar Stress

Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido. Descarregue em alguém que NÃO conheça.
Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que
tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. Respondeu um homem que
disse: "Está?"
Educadamente respondi-lhe: "Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra.
Ana Marques, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: "Vê lá se arranjas a
merda do número certo, ó filho da p*ta!" e desligou o telefone.
Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma
coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente
transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu,
gritei-lhe: "És um grande paneleiro!" e desliguei. Escrevi o número dele
juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o.
De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia
mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: "És um paneleiro!" Isso animava-me.
Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico
telefonema do "paneleiro" iria acabar.
Por isso, liguei-lhe e disse: "Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a
ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de
chamadas!"
Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone. De seguida liguei-lhe, e disse: "É
porque és um grande paneleiro!"
Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para
estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou
no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse.
Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas
ele ignorou-me.
Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei
nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era
melhor telefonar também para o paneleiro do BMW.
Perguntei-lhe: "É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
"Sim", disse ele.
"E onde é que o posso ver?", perguntei.
"Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É Uma casa
amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
"E o senhor chama-se?." perguntei. "O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
"E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
"Estou em casa todos os dias depois das cinco."
Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
"Diga!"
"És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone. Agora, sempre que tinha
um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.
Tive, então, uma ideia. Telefonei ao paneleiro Nº 1.
"Está?"
"És um paneleiro!" (mas não desliguei)
"Ainda estás aí?" ele perguntou.
"Sim", disse-lhe.
"Deixa de me telefonar!" gritou.
"Impede-me", disse eu.
"Quem és tu?" perguntou.
"Chamo-me Alberto Palma", respondi.
"Ah sim? E onde é que moras?"
"Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó
paneleiro. Porquê?
"Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
"Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.

A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.
"Está?"
"Olá, paneleiro!", disse eu.
Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..."
"Fazes o quê?" perguntei-lhe.
"Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe: "Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí
a tua casa, e já vais ver."

Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas,
Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay.
Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que
se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver
os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da
polícia e uma série de repórteres de TV.

Já me sinto muito melhor.
Gerir a raiva sempre funciona

Óbvio que isto não se passou comigo visto eu não ter um emprego de secretária mas sim um trabalho! Sim trabalho!! Quem me dera a mim um emprego :p

domingo, outubro 22, 2006

Daniel


Meninas tenham cuidado! Ele chegou!!
Tem ou não estilo? hum?
Agora quero tirar uma foto com ele em cima da mota mas com este casaco!!!

sexta-feira, outubro 20, 2006

Foda-se - por Millôr Fernandes

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.

"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"?

"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.

A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!

Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)

Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.

E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”

Então:

Liberdade, Igualdade, Fraternidade
e
foda-se!!!

Mas não desespere:

Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”

Atente no que lhe digo!

terça-feira, outubro 17, 2006

Portugal vale a pena ?

Nicolau santos,
Director adjunto do Jornal Expresso
In Revista Exportar

"Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.

Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.

E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.

E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).

Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.

Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.

Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.

E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.

É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.

Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.

Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Quando, na verdade, sabemos apontar tantos maus exemplos, porque não saberemos seguir os bons?"

segunda-feira, outubro 16, 2006

Papagaio lampião

Um sujeito tinha dois papagaios, e nunca conseguia saber qual dos dois era a fémea.
Farto daquela situação, um dia ficou à espreita enquanto os papagaios faziam sexo.
Assim que viu um dos papagaios colocar-se por baixo do outro, correu para o agarrar e vestiu-lhe uma camisola do Benfica, clube do qual era adepto.
- Até que enfim! - disse o sujeito - agora já não há confusões, o que tem a camisola do Benfica é a fémea!...
No dia seguinte jogava o Benfica e o sujeito deu uma festa convidando o pessoal para ir lá a casa ver o jogo, e lá estavam os dois papagaios a brincar no baloiço da gaiola, até que o papagaio que estava com a camisola do Benfica olhou para baixo e avistou um amigo do dono também com uma camisola do Benfica .
Não resistiu e chamou:
- Pssst! Pssst!
O homem olhou para os lados e não viu ninguém.
Novamente o papagaio:
- Pssst! Pssst! Ó Lampião !
O homem olhou para cima:
- O que é papagaio? Estás a falar comigo?
- Estou pá - responde o papagaio - que merda de vida a nossa, hein? Também te apanharam a levar no cú, foi???

quinta-feira, outubro 12, 2006

Serviço de saúde

O Ministro da Saúde visitou um hospital acompanhado pelo director.

Ao passarem numa enfermaria deparam com um doente a masturbar-se
furiosamente e o Ministro pergunta o que se passa com o paciente.

O director do hospital informa o Ministro de que é um caso patológico que
implica que o paciente tenha de ejacular de 2 em 2 horas porque senão os
testículos ficam desmesuradamente inchados.

A visita continua e logo mais à frente, num quarto, deparam-se com uma
enfermeira a fazer sexo oral a outro paciente.

O Ministro estupefacto pergunta o que aquilo significa, ao que o director
responde, consultando a ficha do doente:

-Sr. Ministro, é um caso absolutamente igual ao anterior, só que este
doente vem pela Médis, e não pela Segurança Social.




ESTE É O PAÍS QUE TEMOS !!!